Oct 1, 2010

Doughnut Plant

Quando você acha que não tem mais o que inventarem no mundo peculiar da gastronomia de Nova York, slapt! Vem mais uma coisa que te encanta pela audácia, pela coragem de investir em algo tão específico e por achar um produto que consiga conquistar tanta gente.

E uma das minhas recentes descobertas - que nem é tão recente assim por aqui, mas só demorei pra ir mesmo - foi o [Doughnut Plant]. Exato, um lugar que só vende doughtnut (o bom e velho donut mesmo). E se você pensou nas rosquinhas do Homer, no açucarado do Dunkin ou Tim Hortons, você não sabe o que é doughtnut de verdade.


Eu tinha lido muito sobre seu yeast doughtnut, em que a massa tem fermento tipo fresco e passa por um descanso, deixando o doughnut muito mais fofinho. E é uma daquelas histórias em que ele pegou a receita do avô, começou a produzir num espaço pequeno pelo Lower East Side para revender em padarias até que um dia abriu seu negócio próprio. Alguém comeu esse doughtnut, outro alguém comeu também, o cara ficou famoso, apareceu em jornais e hoje tem uma fila enorme na sua porta.

E aí? Ai, gente, dá vontade de entrar na fila de novo! Sorte que eu fui com o maridão, e assim pedimos dois: o primeiro foi o famoso de Creme Brulee, com casquinha crocante de açúcar queimado e baunilha de verdade no creme.


E o segundo foi o coberto com chocolate Valrhona. Não preciso falar mais nada, né?


Sensacionais, e ainda fiquei morrendo de vontade de experimentar o Tres Leches, um tipo de massa de bolo recheado com creme de leite, leite condensado e leite evaporado, e o de vanilla bean + blackberry jelly, dá pra imaginar baunilha com uma geléia de amora que eles mesmo fazem? Hmmm...

Ainda bem que amanhã eu vou passar pelo Lower East Side, vou tomar um brunch no [Essex]. Com certeza comprarei alguns pra comer lá e pra levar pra casa!

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